#Ouvindo: RED, Taylor Swift; Já ouviu?

                    
De todas as críticas (boas, ruins, morde-assopra...) que ela recebeu, essa me chamou atenção:.
 Já Kate Mossman, do jornal britânico The Guardian, recebeu Red de forma positiva, dando a ele quatro entre cinco estrelas ao álbum e declarando que ele "foi supostamente inspirado por uma experiência amorosa dela [de Swift] e pelo ritmo acelerado e loucas aventuras da mesma". Ela concluiu dizendo: "Como ela teve tempo de se relacionar com tantos amores, bons e maus, só Deus sabe". (#euri! Por que eu já pensei isso! Já pensei :" essa garota começou a namorar, o que, no berçário?" Claro que depois eu concluí que ela deva escrever várias músicas sobre a mesma pessoa de primas diferentes) 
Minha Impressão é...
Que esse álbum representa uma mudança no estilo dela e experimentos musicais, quem não sabia, suspeitava. Se eles deram certo, acho que só o tempo vai dizer. A capa ao menos sinaliza, talvez meio exageradamente, um amadurecimento visual, como se a cantora dissesse "Agora sou adulta, meu CD tem foto vintage".
Eu não acho que seja uma obra-prima, e a música que TODOS amam é a que eu menos gostei do álbum: We are never ever get back together é simplória (coisa que nunca achei das canções da Srta Swift), de batida cansativa, o clipe é de um teatrismo infantil e exagerado e a insistência de Tay com elementos retrô é irritante. Parece uma faixa-feita-pra-agradar...mas por outro lado a de abertura, State of Grace é romântica e define o estado de graça (é essa a tradução do título) que uma mulher (não uma menina) fica ao estar apaixonada. É de uma melodia gostosa, realmente muito boa. Já a segunda, Red, é uma música que revela uma sensibilidade gritante, ela te leva a todas as possíveis memórias românticas que você tiver. Não é triste, é intensa, trágica até, se você já teve uma relação marcante, e se deixar levar, quando você percebe seus olhos marejados e nó na garganta é tarde demais. Treacherous é sobre como você sabe que uma estrada(nesse caso, relacionamento) é traiçoeira, e mesmo assim decide ir, você sabe que é uma barca furada, e não há porque culpar a outra pessoa...I knew you were trouble é quase o mesmo tema da anterior, a tradução do título é "eu sabia que você era problema" é mais batida pop (com certeza, um dos experimentos musicais) e a letra, uma confissão sobre se "apoiar" em alguém pra sair da "fossa" sabendo que não devia e depois se ver enrascada numa relação de uma pessoa só (quem nunca?). Na verdade, gostei mais dessa música pela identificação sumária com o tema do que outra coisa. Entendi os críticos meio torcendo o nariz. Tecnicamente pode-se apontar como uma das tentativas de Tay de nadar em águas deconhecidas...All too well é como uma crônica, parece uma historinha que a mocinha vai cantando/contando. Alguém já disse que serve muito pra trilha sonora, é, realmente. É legal, não mais, não menos. 22 é uma faixa emblemática, ela realmente expôs como o jovem dessa idade se sente e o bom é que não restringe, sabe?! Ela diz "estou me sentindo com 22", ou seja, cinquentões e criançinhas podem cantar quando se sentirem da maneira que ela descreve - e descreve muito bem por sinal- na música. Muita gente acha que é uma das melhores do álbum, eu também. I almost do é sobre uma história que acabou porque a razão assim apontou como o melhor caminho para ambos, mas nenhum dos dois queria que acabasse, então  "And I just want to tell you/It takes everything in me not to call you/And I wish I could run to you/And I hope you know that/Everytime I don’t/I almost do, I almost do" (Eu só queria te dizer que custa tudo de mim não te ligar, eu queria poder correr pra você, e eu espero que você saiba disso, toda vez que eu não faço, eu quase faço) outra vez, tecnicamente não é uma boa música, mas me identifiquei e gostei. Stay, Stay, Stay é bem a cara da Tay de antes, bem country, e bem fofa. Já The Last Time com a participação de Gary Lightbody,(Snow Patrol) é linda, triste, mas de uma tristeza bonita, as vozes dos dois se casam muito bem. Quem for mais sensível com certeza vai agarrar o travesseiro e se afogar em sorvete, aos prantos, claro. Eu nem fiz isso, magiiina!!!!.  Holy Ground vem com uma batida simples, letra mais ou menos; Sad Beautiful Tragic depressiva, música suave de deprê...The Lucky One é maravilhosa, gostosa de ouvir e traz uma Taylor ciente e consciente da fama que a rodeia, nem desprezando-a nem superstimando-a.  Everything Has Changed(feat.Ed Sheeran), o dueto com Ed Sheeran era uma das novidades mais aguardadas do CD e a mim não decepcionou, apesar do tema relação amorosa ser batido, é uma canção linda que fala sobre um relacionamento que começou com um "oi", algumas pessoas apontaram o instrumental como uma falha, parece que o violão está um pouco desafinado, ainda não notei isso, mas pode ser, mesmo assim, é uma bela faixa. Starlight é sobre se apaixonar sob a luz das estrelas, é bem pop, agitada, a maioria dos fãs achou muito boa...eu não acheeei isso tudo. E finalmente Begin Again é a última música e segundo single de trabalho dando contraste com a primeira.essa é bem romântica com clipe rodado em Paris! Su-ces-sooooooooooooo!!!  E o figurino tá d+!

Em tempo: a versão deluxe do Cd parece valer a pena porque o nº de faixas pula de 16 para 22, mas é ilusão, na minha opinião...duas são Treacherous e Red só que suas "gravações originais" e Red é acústico, na boa, Swift só produzida, e as outras realmente inéditas são The Moment I Knew, um drama exagerado sobre um namorado que não foi no aniversário da menina, que chaaato, mas a melodia é legal. Come back...be here é sobre um "peguete" que ela acabou se apegando e percebe isso quando ele viaja pra Londres deixando-a em NY, e, finalmente Girl At Home chega a ser engraçado com ela dizendo "Não olha pra mim, você tem uma garota em casa", é sobre um cara obviamente comprometido que quer pegar a Tay, mas ela como uma menina decente e que já passou pelo desagradável "chifre" manda-o ir pra casa. Vale mais a pena esperar pra eu postar aqui o download...devo pôr no post do Fashion Week.

É isso por hoje!
We Are Never Ever Getting Back Together (clipe irritante, primeira música da Taylor que eu não gostei)


Begin Again - Ótimo! Repara nas roupas, batom, cabelos.
                                         


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