HQ's, Mangás e Animes

BATMAN PELOS QUADRINHOS

Se você não é um aficionado por quadrinhos, ao menos já viu algum filme do Batman, o Homem-Morcego, guardião de Gotham City. Então eu te convido a conhecer a história por trás do personagem emblemático e querido para milhões de adultos, adolescentes e crianças, assim como outros do gênero, com fãs de várias gerações.
O texto a seguir foi adaptado de batbase.com.br:
 Em 18 de maio de 1939, numa época considerada "A Era de Ouro dos Quadrinhos", em que foram criados muitos heróis brilhantes e até imortais, como Flash Gordon, Mandrake, e tantos outros(e 
um desses "tantos outros" era o Super-Homem), era lida a primeira estória do Batman
Nessa época, havia uma emoção incrível pelos heróis dos quadrinhos, que brilhavam em tiras publicadas nas páginas de jornais - e também, em revistinhas autônomas, que eram lidas por crianças e adultos. As crianças adoravam e se divertiam com os heróis de papel - e viviam brincando de heróis de gibi. Os adultos viam nesses heróis uma boa maneira de esquecer um pouco a dureza do mundo e da vida.
Veja só que alguns anos antes tinham acontecido uma coisa terrível na América.
Em 1929, faliu a Bolsa de Nova York e os negócios de muita gente faliram.
Muitos patrões até se suicidaram. Muitos empregados perderam o emprego. O rico ficou pobre. Nos anos 30 desesperados, os heróis davam um pouco de sonho, esperança às pessoas. Além do mais, nessa época, na Europa, um supervilão da vida real chamado Adolf Hitler, começava uma guerra total contra os homens de bem.
O nazismo, a violência de Hitler e Mussolini, e também os crimes de Al Capone e da Máfia no próprio Estado americano eram bem mais aterrorizante que qualquer vilão dos quadrinhos. 
É no meio de todo esse medo da guerra, da miséria e da violência que é criado esse herói "comum", Batman.
A DC Comics encarregou um desenhista bem jovem, Bob Kane, de inventar um herói, e esse Kane era um cara da pesada mesmo. Bem, o Super-Homem voava, era natural de um planeta desaparecido chamado Kripton. Kane pensou num herói nascido no nosso planeta. Seria um terráqueo. Sem super-poderes. Viveria numa grande cidade com nome estranho, Gotham City, modelo de (quase) todas as cidades da América, particularmente, aliás do mundo... (E o mundo ficaria cada vez mais parecido com a violenta Gotham City, tão parecida com o Rio de hoje, São Paulo, Porto Alegre...) Uma outra inspiração de Bob Kane foi o desenho feito pelo gênio renascentista Leonardo Da Vinci, o modelo de um homem voador.
     Mas Bob Kane também era muito influenciado pelas histórias de detetive da época, pelos filmes de detetive - todos muito cruéis, com tons de preto e branco acentuados por sombras assustadoras...
     Aí, fala-se que o Kane ficou muito interessado no Zorro, que tem aquele tipo que é meio faceiro, meio afetado, um perfeito cavalheiro de dia, e um herói da pesada, bom de tiro e espada à noite; ou o Zorro não é assim?
     Dessa misturada toda nasceu o Batman... influenciado, ainda, pelas histórias de terror, e com todo o peso da marca do morcego.
  Os morcegos! Desde da Bíblia ele é considerado um símbolo demoníaco... Na Idade Média, se dizia que o morcego era o símbolo de uma coisa meio ambígua, de uma coisa marcada pela duplicidade. Porque?
Porque o morcego seria um tanto rato, um tanto pássaro. E por isso, o morcego representaria o dragão alado e os demônios, e suas asas seriam as asas dos habitantes dos infernos. E não se esqueçam dos míticos vampiros medievais que "viravam morcego" pelo menos não brilhavam no sol. Assim, o morcego, o Homem-Morcego, seria uma coisa sombria, ameaçadora.
     Isto era bem apropriado para o clima da época, mas Bob Kane levou a idéia para um jovem amigo, Bob Finger, de 22 anos, um roteirista que prometia, e ele acrescentou uma capa esvoaçante, aumentou a máscara, e as roupas ficaram cinza e negra. O Batman estava pronto, tremei, bandidos de Gotham City, para enfrentar o mal nas ruas. E ele era um justiceiro.
No começo, os habitantes de Gotham City tinham medo daquele indivíduo sinistro que pagava o mal com o mal.
E como é que os habitantes de Gotham City iriam imaginar que aquele tipo mascarado e tão estranho era simplesmente um dos lados do gentil milionário Bruce Wayne, incapaz de bater em uma mosca?
No começo, na mansão de Wayne vivem só ele e o mordomo Alfred, aquele que conhece os segredos do patrão, e que sabe que no porão da mansão está a Bat-Caverna, com o Batmóvel, e todos os infernais componentes do Sistema-Bat de combater o crime... a Bat-Corda, o Bat-Bumerangue, e mais tantos bat-isso e bat-aquilo. Mas Batman era duro com os bandidos e solitário demais.

 É aí que um assistente de Bob Kane, Jerry Robinson, resolve acabar com a maldita solidão do Homem-Morcego. E surge... Robin: o menino prodígio, o garoto maravilha, meio atrapalhado, sim, mas é só um garoto... meio atrapalhado, mas valente. Porque o Homem-Morcego era soturno, era irritado demais, e pelo mau humor e pelos bandidos terríveis que enfrentava lembrava um pouco aquele detetive de quadrinhos cruéis, Dick Tracy. Afinal, o milionário, o multibilionário Bruce Wayne tinha uma coisa terrível a cobrar do mundo, porque quando tinha só 12 anos, dois ladrões vagabundos mataram seus pais. Ele era um justiceiro que se vingava em todos os bandidos de Gotham City e do mundo a morte dos pais.
O pessimismo do solteirão vingativo foi quebrado um pouco pela entrada em cena do menino Dick Grayson, filho de um casal de trapezistas (um órfão). As histórias do Batman ganharam diálogos, ficaram mais leves e engraçadas, e apareceram uns bandidos bem humorados, apesar de arqui- inimigos, como o Coringa e o Pinguim, tipos tão fantásticos que eram presos numa história e reapareciam em outra, porque os leitores os adoravam, e adoram!
     Enfim, a grande contribuição de Jerry Robinson para as aventuras que os batmaníacos há mais de cinquenta anos foi a leveza, o humor, e a galeria de
homens maus super cômicos. (Ou alguém consegue esquecer que o Pinguim é balofo, baixinho, irremediavelmente parecido com um pinguim autêntico dos polos, e que seu guarda-chuva dá... tiros?) E aquela coisinha deliciosa que é a Mulher-Gato, hiper sensual? Esse lado bem cômico do Batman terminou sendo acentuado numas séries de televisão, em que a aventura do Homem-Morcego virou peça de humor, mesmo.

Os anos 60 assistiram à crise existencial de muitos heróis - e aquele hiper engraçado Batman foi desaparecendo de cena. Os editores estavam preocupados com os seus Bat-negócios e pediram um novo Batman para o desenhista Neal Adams. Estranho é que Neal Adams, para renovar o herói, foi beber a fonte primeira do Bob Kane. Foi até o primeiro Batman...isso porque os anos 70, bem, os anos 70 eram tão assustadores quanto o tempo dos gangsteres de Al Capone ou de Adolf Hitler, com a vida nas grandes cidades cada vez mais difícil, os super bandidos, os arqui-criminosos, a guerra do Vietnã e tanta barbaridade entrando nas casas via TV. O mundo estava barra-pesada, e havia a poluição destruindo tudo, e a ameaça da guerra mais o que atômica, mortal e final, através dos satélites artificiais.
     O ambiente do Batman de Neal Adams é cada vez mais sinistro. Robin aparece cada vez menos nas histórias. Ele, aliás, deixa Gotham City, vai estudar numa universidade, e lá se liga a uns heróis estudantes, que se reúnem na turma dos "Titãs", e Robin até muda de uniforme e nome e passa a ser "Asa Noturna"... O Batman barra- pesada de Neal fica na linha do vento, e agrada seus leitores, até os 80, mas entra em pane ligeiramente com o sucesso da série de TV dos "Superamigos", 
extremamente infantil, que bota um personagem adocicado em cena de novo, ao lado de Robin, e também, o velho Homem- Morcego ganha um ar pueril demais. Os fãs protestam...
   Aí é que, em 1985, aparece... Frank Miller!!! Frank é um super desenhista, disputado pelas duas super editoras do gênero, a Marvel e a DC. Tudo o que ele faz dá certo. Frank é uma mina de ouro. Por isso se dá ao luxo de trabalhar ora aqui, ora ali. Ele chegou ao estrelato absoluto aos 22 anos.
     Em 79, pegou o primeiro plano da revista Daredevil - e a salvou da morte. "O Demolidor" passou a ser disputado nas bancas dos EUA. Logo, ele pegou outro personagem, Ronin, e agora ele era roteirista, desenhista, colorista, editor, e ainda ia acompanhar tudo na gráfica. Era um super-homem esse Miller!
E ainda é.
Então, chegamos ao encontro de Frank Miller com Batman. Isso se dá em 1985, numa fantástica série de histórias chamada "O Cavaleiro das Trevas" feita para a DC Comics.
     A verdade é que, nessa história, Batman é muito mais o morcego do que o homem.
     Ele luta contra o mal usando o mal. Ele nem bem distingue o bem do mal. A história é marcada graficamente por cores excessivas, por sombras excessivas. Batman é um herói velho, pesado, histérico, alucinado, cheio de pesadelos - e o mundo inteiro é um pesadelo onde se desloca o herói que nem parece um herói! O ser alado da noite, um tanto repugnante, doentio. 
Como diz um filósofo francês chamado Bachelard, "Ao contrário do pássaro azul que, mesmo durante a noite, continua a ser um animal celeste, o morcego tem algo de sombrio e de pesado. O morcego - para muitos - é a realização de um sonho mau..."
     E esse Batman de Miller é tão mau que chega a arrancar uma frase irônica e espantada de seu arqui-inimigo Coringa: "Você está fora de si!" Mas não era isso. O que acontecia é que Batman não aceitava que o tivessem afastado da luta contra o crime num mundo tão bárbaro, com tantos bandidos, e com uma justiça tão burocrática e lenta.
    As cores do Batman de Frank Miller são deslumbrantes e refletem a própria psicologia do personagem. Isso é, quando se passam certas cenas e certas coisas pela cabeça do Homem Morcego (ou do Morcego Humano) isso se reflete nos próprios tons das cores... As próprias dimensões dos objetos são alteradas pelo mundo interior do personagem...Batman, mais do que nunca, é um herói que não aceita exatamente as leis - e que as acha tolerantes demais, e por isso ele faz justiça com as próprias mãos. Em "O Cavaleiro das Trevas", fica evidente a filosofia do Batman vingativo, mas também de Frank Miller, quando o autor diz: "Ninguém pode sair impune de um confronto direto com a vida". Enfim, essa história é marcante em toda a trajetória do Batman. É a narrativa estranha envolvida na tempestade da mente de Bruce Wayne, que há dez anos tinha deixado de lutar contra o crime...para a delícia dos criminosos...
     Muitas coisas espantosas ocorrem ainda no mundo de Batman, como a morte de Robin, na his
tória intitulada "Morte na Família", desenhada por Jim Aparo e Jim Starlim (autor também do roteiro). A verdade é que o editor, roteirista e desenhista ainda, tentaram salvar Robin da morte, quando publicam uma espécie de SOS, dando até o número do telefone, e avisando que Coringa, por vingança, queria matar Robin. A maioria dos leitores apontou o dedo para baixo.
O Menino Prodígio estava condenado! Outro clássico moderno do Batman é a "A Piada Mortal", álbum de luxo, como "O Cavaleiro das Trevas", em que, desta vez brilha a estrela sinistra e anarquista do Coringa. Essa saga do Coringa foi criada na filial inglesa da DC por Moore, o desenhista Brian Bolland e o colorista John Higgins. O desenho de Brian Bolland é fantástico e está ambientado num parque de diversões abandonado - lugar tão louco quanto a cabeça pirada do Coringa.
O mais estranho de tudo é a frase de Moore - "Batman é tão psicopata quanto o Coringa".
Enfim, Batman é tudo. Menos uma aventura inocente.

             
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Oieee cambada
Post super rápido: Quer ver Death Note legendado, mas não acha um site que preste? Eu achei TODOS os episódios aqui ó:  http://animalog.com.br/death-note-todos-os-episodios-online.html



Agora sim, um post decente sobre esse anime incrível: 
É um anime de suspense, com um mínimo de fantasia, indo mais pra reflexões morais sobre bem e mal, certo e errado e sede de poder. O personagem de Kira/Raito só peca pela frieza que aos poucos vai se tornando uma pscopatia, tornando-o totalmente um personagem, mas talvez fosse esse o objetivo. Ele realmente não tem sentimentos dentro de si. L e Minna são duas peças tanto fundamentais quanto díspares. Se o primeiro é um jovem detetive, assim como Raito, brilhante e introspectivo, Minna mais parece uma sirene de tão chamativa. Só uma coisa entre eles é igual: a infantilidade. Minna é uma criança que não sabe distinguir o certo do errado, por isso ajuda Kira/Raito em seus crimes, e L com seu intermitente apetite por doces odeia perder, como ele mesmo diz a certa altura do anime.
Bem, para um post mais, digamos "sério" e não ficar só na minha opinião - se assim fosse eu não criaria a página, só postaria na página Criticanda e Analisanda o que eu achei - busquei na Wikipédia algumas informações e acho que farei isso com todos os posts dessa página.

Death Note (デスノート, Desu Nōto, lit. "Caderno da Morte") é uma série de mangá escrita por Tsugumi Ōba e ilustrada por Takeshi Obata, e que cuja adaptação para anime foi dirigida por Tetsurō Araki. A história centra-se em Light Yagami, um estudante do ensino médio que descobre um caderno sobrenatural chamado "Death Note", no qual pode matar pessoas se os nomes forem escritos nele enquanto o portador visualizar mentalmente o rosto de alguém que quer assassinar. A partir daí Light tenta eliminar todos os criminosos e criar um mundo onde não exista o mal, mas seus planos são contrariados por L, um famoso detetive particular. A série é baseada em um one-shot que foi lançado pela Shueisha na revista Weekly Shōnen Jump, e se generalizou novamente no volume treze, "How to Read", que é um guia que contém dados sobre a franquia, incluindo o perfil de todos os personagens principais.
O mangá foi publicado pela primeira vez em dezembro de 2003 pela editora Shueisha na revista semanal japonesa Weekly Shōnen Jump, até maio de 2006 com um total de doze volumes. Mais tarde, a história do mangá foi adaptada em um anime desenvolvido pela Madhouse e dirigido por Tetsurō Araki, composto de 37 episódios. O anime foi exibido no Japão de 3 de outubro de 2006 até 26 de junho de 2007 pela Nippon Television. Além disso, a obra foi adaptada em três filmes live-action, duas light novels e em vários jogos criados pela Konami para o Nintendo DS.
No Brasil, a série de mangá foi publicada pela Editora JBC. O último dos doze volumes foi lançado em junho de 2008 e o especial How to Readfoi lançado em agosto de 2008. Em Portugal o mangá começou a ser comercializado em fevereiro de 2012 pela editora Devir. O anime foi exibido no Brasil e em Portugal pelo Animax local.
Várias publicações de mangás, animes e outros meios de comunicação têm elogiado e criticado a série. A série foi banida na China devido a vários problemas que as pessoas tinham com as crianças alterando seus cadernos para se parecerem com um Death Note (adoooro quando os fãs piram, haha).
Em 30 de abril de 2009, a revista Variety anunciou que a Warner Bros. adquiriu os direitos do mangá para adaptá-lo em um live-action nos Estados Unidos. A Warner Bros. tinha contratado os roteiristas Charley e Vlas Parlapanides para adaptar o mangá em um roteiro. Ao contrário da trilogia do live-action japonês da série, a versão americana será diretamente adaptada a partir do material do mangá e não seguirá a história das adaptações dos filmes japoneses. Em 13 de janeiro de 2011, foi anunciado que Shane Black tinha sido contratado para dirigir o filme, com o roteiro sendo escrito por Anthony Bagarozzi e Charles Mondry.
Na história, o "Death Note" é um caderno todo em cor preta e que tem seu nome escrito na parte frontal dele. Esse caderno tem a capacidade de matar qualquer pessoa apenas se os nomes destas forem escritos nele enquanto o portador visualizar mentalmente o rosto de quem quer assassinar. Normalmente os nomes das pessoas que são escritos no caderno morrem de um ataque cardíaco depois de quarenta segundos, a menos que se especifique a causa da morte.
Os shinigamis são os portadores originais dos Death Notes e graças aos seus olhos podem matar as pessoas facilmente, já que lhes permitem ver o nome verdadeiro e o tempo que lhes resta de vida. Os shinigamis, por serem deuses espirituais, não podem ser vistos por pessoas normais ao menos que elas tenham tocado em seu Death Note. Quando Ryuk deixou o seu Death Note na Terra, ele escreveu as instruções sobre o seu uso em inglês, já que ela é uma língua universal; assim, Light Yagami aprende a usá-lo instantaneamente ao encontrá-lo, mas no decorrer da série, aparecem outras regras.
No mangá, cada capítulo contém uma página especial com as regras do Death Note, enquanto que no anime, em cada pausa — geralmente duas por episódio — se informa uma regra de como usá-lo. No momento em que um humano portador de um Death Note renuncia a este, ou o caderno é destruído, ou essa pessoa perde todas as lembranças relacionadas ao caderno automaticamente, mas se a pessoa o tocá-lo novamente, as lembranças retornarão.

Os Personagens Principais
Aqui, uma breve descrição dos personagens principais, e também informações sobre os seiyū da versão original japonesa e os dubladores da versão em português:
  • Light Yagami (夜神 月 Yagami Raito, conhecido também como "Kira")
É um dos melhores alunos do Japão. Uma vez que encontra o Death Note, se dispõe a acabar com todos os criminosos do mundo e criar um mundo onde ele é o deus. Ao usar o Death Note, o número de mortes inexplicáveis chama a atenção de todos os meios de comunicação, tornando-se o centro de atenção do Japão e do mundo. Mais tarde, ele terá que escapar das deduções de L para poder alcançar seus objetivos. Na versão japonesa, seu seiyū é Mamoru Miyano, enquanto que a dublagem da língua portuguesa é feita por José Leonardo.
  • L (エル Eru), cujo nome verdadeiro é L Lawliet (エル・ローライト Eru Rōraito)
É um famoso detetive particular, do qual ninguém conhecia sua verdadeira identidade, com exceção do seu assistente, Watari. É conhecido mundialmente por decifrar casos complicados, pois é uma pessoa extremamente inteligente. Assim que Remu é manipulada por Light, ela escreve o nome verdadeiro de L no Death Note e ele morre. Na versão japonesa, seu seiyū é Kappei Yamaguchi, enquanto que a dublagem da língua portuguesa é feita por Sérgio Cantú.
  • Misa Amane (弥 海砂 Amane Misa)
É uma ídolo japonesa famosa que também é portadora de um Death Note. Misa ficou obcecada por Kira depois que ele matou o assassino de seus pais, pelo modo que se dedica a ajudar Light, fazendo se passar pelo "segundo Kira". Misa se apaixona profundamente por Light, sendo facilmente manipulada por ele, mas ele só a usa para alcançar seus objetivos. Na versão japonesa, seu seiyū é Aya Hirano, enquanto que a dublagem da língua portuguesa é feita por Ana Lúcia Menezes. Near (ニア Nia), cujo nome verdadeiro é Nate River (ネイト・リバー Neito Ribā)
É uma das crianças superdotadas do orfanato Wammy's House e o primeiro na linha de sucessão de L. Ao ser informado da morte de L, ele se ofereceu para pegar Kira junto de Mello, mas Mello se recusou. Mais tarde, com a ajuda do governo, cria a SPK, uma organização fundada com o único objetivo de capturar Kira, conseguindo encontrar Light. Segundo Near, nem ele e nem Mello estavam no nível de L, mas juntos eram o mesmo L, ou até mesmo, o superavam. Na versão japonesa, seu seiyū é Noriko Hidaka, enquanto que a dublagem da língua portuguesa é feita por Charles Emmanuel. Mello (メロ Mero), cujo nome verdadeiro é Mihael Keehl (ミハエル・ケール Mihaeru Kēru)
É uma das crianças superdotadas do orfanato Wammy's House como Near, e o segundo na linha de sucessão de L. Assim que L morre, Mello faz um trato com a máfia para conseguir pegar Kira antes de Near, mas é assassinado por Kiyomi Takada, que escreveu seu nome no Death Note, por ordem de Light. Na versão japonesa, seu seiyū é Sasaki Nozomu, enquanto que a dublagem da língua portuguesa é feita por Marcos Souza.
Produção
O conceito de Death Note não deriva de uma única fonte, mas sim de um conceito geral envolvendo shinigami e "regras específicas. Tsugumi Ohba queria criar uma série de suspense porque ele sentia que não poderia ter criado uma série de luta e que o gênero tinha poucas séries de suspense. Após a publicação do capítulo piloto, a série não esperava ser aprovada como uma comic serializada pelo autor, que não considerou-a a se "encaixar a Jump." Ohba disse que quando soube que o Death Note tinha recebido aprovação e que Takeshi Obata iria criar a arte, ele "não conseguia nem acreditar." Devido às reações positivas, o Death Note se tornou uma série de mangá serializada.
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Kuroshitsuji
Assistir Online? http://www.animeq.com.br/2010/11/kuroshitsuji-episodios-online.html

(黒執事 lit. "O Mordomo Negro")  é um mangá escrito e ilustrado por Yana Toboso. Desde a sua estréia em 16 de setembro de 2006, ele tem sido publicado na revista Shonen Gangan, pela editora Square Enix. A série segue Sebastian Michaelis, um mordomo demoníaco que é obrigado a servir Ciel Phantomhive, de doze anos, cabeça da nobre família Phantomhive, devido a um contrato que fez com Ciel. Foi anunciada em julho de 2008, que uma adaptação do anime, dirigido por Shinohara Toshiya e produzida por A-1 Pictures, o mesmo, estreou em outubro de 2008, e desde então terminou com 24 episódios. A segunda temporada foi ao ar em julho de 2010, e terminou com 12 episódios. Em dezembro de 2011, a Panini anunciou o que iria publicar a série no Brasil.

O Anime
Em julho de 2008, foi anunciado que uma adaptação do anime, dirigido por Shinohara Toshiya e produzida por A-1 Pictures. Ele estreou em outubro de 2008 e foi transmitido pela TBS, junto da MBS. Em 1 de Janeiro de 2009, uma edição limitada DVD contendo o primeiro episódio foi liberado pela Aniplex. Os próximos três episódios foram lançados em outro DVD em 25 de fevereiro de 2009. Em Sono Shitsuji, Akai Valentine, um evento especial do anime da qual reunia todos os seiyūs de Kuroshitsuji, que ocorreu em 14 de junho de 2009, foi anunciado a segunda temporada do anime. A seiyū Junichi Suwabe. confirmou esta notícia em seu blog oficial mais tarde naquele dia. A segunda temporada contou com 12 episódios. Na primeira temporada, foi utilizado o tema de abertura Monochrome no Kiss (モノクロのキス) por Sid e os temas de encerramento I'm Alive por Becca e Lacrimosa por Kalafina. Na segunda temporada, foram utilizados Shiver da banda the GazettE e "Bird" de Yuya Matsushita, como tema de abertura e enceramento, respectivamente.

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Kimi Ni Todoke
                   
Kimi ni Todoke (君に届け, em japonês, lit. Alcançando Você) é um shojo mangá - mangá feito para meninas- criado por Karuho Shiina. O mangá tem sido publicado pela editora Shueisha na revista Bessatsu Margaret desde 2006 e foi reunido em 9 tankōbons em setembro de 2009. A história recebeu adaptações para Light Novel pela mesma editora com autoria de Kanae Shimokawa. Foram feitas duas adaptações de anime no Japão, produzidas pela Production IG e exibido na emissora NTV. No início de 2011, o mangá foi anunciado pela Panini, e começou a ser públicado no Brasil em 2 de maio de 2011.

Enredo
Kimi ni Todoke conta a história de Sawako Kuronuma, uma colegial que vive sendo chamada de Sadako, personagem do Filme “O Chamado” (Ringu, como é conhecido no Japão), pelo seu nome e aparência que lembram muito os da personagem. Apesar disso, Sawako quer apenas se socializar com os colegas de classe, por todos terem medo dela, acaba não conseguindo e se torna uma pessoa solitária que não tem amigos e mesmo nessa situação Sawako consegue manter o otimismo e seguir em frente. Ela tem um ídolo na classe, chamado Shouta Kazehaya, que é bastante popular e após ele começar a conversar com ela sem nenhum medo, a vida dela começa a mudar. Shouta é apaixonado por Sawako, que não percebe esse sentimento, no decorrer da história ela acredita que isso seria algo. Uma das qualidades que Shouta admira é a sinceridade dela. Com a ajuda de Shouta, Sawako consegue driblar muitos obstáculos e a relação dos dois resulta em muitas coisas boas para ambos, dela nascerão sentimentos que Sawako não conhecia e estes sentimentos novos a fazem querer conhecer mais de si mesma e dos que estão a sua volta.

Desenvolvimento
Inicialmente a história era para ser apenas um one-shot que seria inserido no trabalho anterior da autora, Crazy For You, mas a autora decidiu expandi-la em uma série completa. No ano de 2010 foi o terceiro mangá mais vendido, e atualmente tem 14 volumes completos. Na edição de março de 2009, a autora teve de interromper as publicações para ter um bebê.

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K-ON

K-ON! (けいおん! Keion!) é um mangá japonês escrito e ilustrado por Kakifly. Ele começou a ser publicado na revista Manga Time Kirara na edição de maio de 2007, também começou outra serialização na revista bimestral Manga Time Kirara Carat desde outubro de 2008. Foi feita uma adaptação para anime com 13 episódios, produzidos pela Kyoto Animation exibidos no Japão entre abril e junho de 2009. Um episódio de animação adicional OVA - (Original Video Animation e Original Anime Video), é um formato de animação que consiste de um ou mais episódios de anime lançados diretamente ao mercado de vídeo (VHS ou LD, atualmente DVD e Blu-ray), sem prévia exibição na televisão ou nos cinemas. Uma exceção está no video-game Naruto:Ultimate Ninja 3 (No Japão, Narutimate Hero 3), onde o modo "Ultimate Contest" é considerado um OVA. OVAs servem como complementos ou paralelos na história original, normalmente tem duração igual ou um pouco maior que a duração padrão de um episódio de TV de anime (25 minutos), mas nunca alcança a duração de um longa-metragem - foi lançado em 20 de janeiro de 2010 e seguido pela segunda temporada que levou o nome de K-ON!!e iniciou-se em 7 de Abril, terminando em 28 de setembro de 2010. Após o último episódio da segunda temporada um filme foi anunciado, e sua previsão de estréia é 3 de dezembro de 2011. O título da série vem da palavra em japonês "música leve", keiongaku (軽音楽?), uma tradução mais precisa poderia ser música contemporânea ou pop.

Enredo
Sua história é focada nas ações de um clube escolar de música formado por quatro garotas do ensino médio japonês. Tudo começa quando a protagonista Hirasawa Yui entra no clube sem saber tocar nenhum instrumento. Ela acaba desistindo após preencher o formulário de inscrição, mas, na hora de sair do clube, acaba sendo convencida pelas outras três garotas, que teriam de desistir do clube se não encontrassem um quarto membro. Eventualmente, ela aprende a ser um excelente guitarrista. Desde então, Yui, a baixista Mio Akiyama, a baterista Ritsu Tainaka e a tecladista Tsumugi Kotobuki passam seus dias juntos na escola, realizando atividades no clube, ou simplesmente saem juntas. O clube é supervisionado pela professora de música Sawako Yamanaka, que eventualmente se torna a professora da sala de aula, bem como durante o último ano de colégio das personagens do clube. Um ano depois, quando as garotas entravam no segundo ano do ensino médio, o clube conta com a participação de outra guitarrista, chamada Azusa Nakano. Depois de Azusa juntar-se ao grupo ele ganha mais estrutura e começar a praticar mais. A história termina no final do terceiro ano para as personagens Yui, Mio, Tsumugi e Ritsu. Todas concordam em participar da mesma universidade após o colegial e deixar o clube para Azusa. A irmã de Yui, a Ui, e Jun, a sua amiga, juntam-se ao clube.

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Naruto                                         Amoooooooooooo!!!                                                
                                              Capa do primeiro volume do mangá.
Naruto (ナルト) é uma série de animê e mangá criada por Masashi Kishimoto e serializada na revista semanal Shonen Jump desde 1999. Recebeu adaptação para animê em 2002, produzida pelo Studio Pierrot e exibida pela TV Tokyo, seguida de Naruto Shippuden em fevereiro de 2007, correspondente à segunda parte do mangá. A trama gira em torno de Naruto Uzumaki, um jovem ninja que constantemente procura por reconhecimento e tem o sonho de se tornar um Hokage, o líder máximo e mais poderoso de sua vila.

Sinope
Naruto Uzumaki é um menino que vive em Konohagakure no Sato ou simplesmente Konoha ou Vila Oculta da Folha, a vila ninja do País do Fogo. Quando ainda bebê, Naruto teve aprisionada em seu corpo a Kyuubi no Youko por Minato Namikaze (quarto Hokage, e seu pai), com a finalidade de salvar a Vila da Folha. Desde então, Naruto é visto por muitas pessoas como um monstro, não só pelos familiares das pessoas mortas pela Kyuubi, mas também por pessoas que não toleram suas brincadeiras, já que o mesmo é extremamente hiperativo, incompreendido e solitário. Naruto sonha em se tornar o Hokage de sua vila, um ninja poderoso e respeitado, para assim poder ser reconhecido por todos.
Ele entra na academia ninja, onde sofre com as notas baixas, mas é ajudado por seu professor, Iruka Umino, que posteriormente se torna seu amigo. Consegue finalmente se tornar Gennin, e a partir daí passa a ser ensinado por um Jounin, Kakashi Hatake, e forma uma equipe com Sasuke Uchiha (que no começo não se dão bem) e Sakura Haruno, sua grande paixão.

Desenvolvimento

O autor da série, Masashi Kishimoto, primeiro autorizou o one-shot de Naruto em agosto de 1990 na revista Akamaru Jump. O Narutooriginal tinha uma temática significante de amizade e confiança. No início da história, nem Naruto e nem Kuroda confiavam em ninguém, mas no final os dois se tornam amigos e passam a confiar um no outro. Apesar dos bons resultados na pesquisa com leitores depois do lançamento, Kishimoto pensou: "a arte está ruim e a história uma bagunça!". Kishimoto também revelou que ele estava originalmente trabalhando no mangá Karakuri para o Hop Step Award quando, insatisfeito com as mudanças da história, decidiu trabalhar em algo diferente, o que o levou a criar Naruto.
Quando estava a criar a história de Naruto, Kishimoto olhou para outros mangás do estilo shonen para influenciar o seu trabalho, apesar dele tentar tornar seus personagens serem únicos o máximo possível. A separação dos personagens em diferentes times teve a intenção de dar a cada grupo um sabor especial. Kishimoto queria que cada membro fosse "extremo", tendo uma grande quantidade de aptidão em um atributo mas não tendo talento em outro.
A inserção dos vilões na história foi principalmente para agir como contra-partes para os valores morais dos personagens. Kishimoto admitiu que esse foco em ilustrar as diferenças de valores nos vilões foi tão importante na hora da criação dos vilões que "Eu não pensei realmente como eles seriam em combate". Quando desenhava os personagens, Kishimoto seguiu um processo de cinco partes que ele seguia continuamente: "concept and rough sketch, drafting, inking, shading, and coloring". Esses passos foram usados quando ele desenhou o mangá atual e fez as ilustrações coloridas dos tankobon, as capas da Weekly Shonen Jump, e outras mídias, mas as ferramentas que ele usava mudavam ocasionalmente. Por exemplo, ele usou um "airbrush" em uma ilustração para uma capa da Weekly Shonen Jump, mas decidiu não usar mais para desenhos futuros por causa da grande quantidade de correções que era necessário.
Kishimoto também falou que precisa definir algumas regras para ele poder criar a história mais facilmente. Kishimoto queria representar a tradição do zodíaco chinês, que tem uma grande presença no Japão, assim criando os símbolos com as mãos usados para fazer os jutsus. Quando Kishimoto estava criando o cenário da série ele inicialmente se concentrou em fazer o design da Vila da Folha, o ambiente inicial da série.
Kishimoto falou que o design da Vila da Folha foi criado "bem espontaneamente sem muitas reflexões", apesar dele admitir que o cenário é baseado na sua casa na Prefeitura de Okayama no Japão. Sem ter um período de tempo específico, Kishimoto incluiu elementos modernos na série como lhe convinha, mas especificamente excluindo as armas projéteis e os veículos. Para o material de referência, Kishimoto fez sua própria pesquisa na cultura japonesa - e as incluiu em seu trabalho. Quanto a tecnologia, Kishimoto falou que Naruto não teria armas de fogo. Ele disse que talvez incluisse automóveis, aviões, e computadores com pouco poder de processamento. Ainda confirmou em uma outra entrevista que pensa no último capítulo da série dando um grande desfecho para a trama.

Recepção

Naruto tem sido bem recebido tanto no Japão como nos Estados Unidos. Até o volume 50 o mangá já vendeu mais de 100 milhões de cópias no Japão, com isso Naruto é o quinto mangá da Shonen Jump a alcançar esta marca. A série de mangá Naruto se tornou uma das séries de maior sucesso da Viz, tendo quase 10% das vendas de todos os mangás de 2006. O sétimo volume lançado pela Viz se tornou o primeiro mangá a ganhar o Quill Awards quando este ganhou o prêmio pelo "Best Graphic Novel" em 2006. O mangá também apareceu naUSA Today Booklist com o volume onze tendo o título de melhor série de mangá, até ser ultrapassado pelo volume vinte e oito, que conquistou a 17ª posição na primeira semana de lançamento em março de 2008. O volume vinte e oito também é um dos volumes com o melhor lançamento de todos os mangás há anos, e atualmente é o título de mangá mais vendido de 2008. Em abril de 2007, o volume catorze ganhou o prêmio da Viz de "Manga Trade Paperback of the Year".

Mangá
Naruto foi lançado na revista da Shueisha, Weekly Shonen Jump em 1999. Os primeiros 238 capítulos são conhecidos como "parte 1", e constituem a primeira parte da história de Naruto. Os capítulos 239 a 244 são uma série gaiden focalizando o histórico do personagem Kakashi Hatake. Todos os capítulos subsequentes pertencem a "parte 2", que continua a história, se passando três anos depois. O mangá também lançou algumas histórias extras, se focando no personagem Rock Lee, até agora com dois capítulos.
Também a adaptação para inglês do mangá Naruto é licenciado pela Vize publica na versão que ha própria Viz faz na revista Shonen Jump.Para poder compensar a diferença de lançamento entre inglês e japonês, a Viz anunciou a campanha "Naruto Nation", seriam lançados três volumes por mês assim ficaria nos últimos quatro meses de 2007. Cammie Allen, gerente de produtos da Viz, comentou que "Nosso maior motivo (para acelerar o calendário) é alcançar o calendário de lançamentos do Japão para dar aos nossos leitores uma experiência similar aos dos leitores japoneses".
Até maio de 2008, 42 tankobon foram lançados pela Shueisha no Japão, sendo os primeiros vinte e sete pertencendo a "parte 1", e os outros quinze a "parte 2". O primeiro tankobon foi lançado em 3 de março de 2000. e o tankōbon 44 lançado em 4 de Novembro de 2008. Além disso, quatro tankobon, cada um contendo um animangá baseado em um dos quatro primeiros filmes de Naruto foram lançados pela Shueisha. A empresa Viz também já lançou trinta volumes da adaptação em inglês do mangá. Além disso, Viz Media lançou todos os vinte e sete volumes em um "box", assim constituindo toda a "parte 1" da história de Naruto em 13 de novembro de 2007.

No Brasil

No Brasil, Naruto é publicado pela editora italiana Panini Comics desde maio de 2007, vendido nas bancas ou por assinatura. A "parte 1" do mangá foi finalizada em julho de 2009, com todos os 27 volumes. E a "parte 2" iniciada no mês seguinte, em agosto. Após o sucesso de Naruto a Panini lança uma nova versão do mangá; Naruto Pocket, originalmente uma reedição do mangá Naruto no formato original dos tankobons (11,4 cm x 17,7 cm, formato A dos livros de bolso), publicação essa anunciada para junho de 2009. A primeira aparição nacional de Naruto Pocket foi em um comercial que estorou no ar no Cartoon Network em abril de 2010, um mês antes da primeira edição do mangá. O comercial dizia a facilidade da versão pocket e o bônus da primeira edição com um pôster da série. A edição brasileira do mangá, assim como vários outros títulos, é publicada no tradicional formatinho brasileiro (13,5 cm x 21 cm).

Anime
No Brasil, a série começou a ser exibida em 1 de janeiro de 2007 no canal pago Cartoon Network, em uma edição feita pela licenciadora americana  VIZ Media. Na TV aberta, a série passou a ser exibida pelo SBT em 2 de julho de 2004.
Em 20 de janeiro de 2011 o canal pago Cartoon Network começou a exibir a quarta e última temporada de Naruto clássico (episódios 157 ao 220), episódios esses que antecedem a nova fase Shippuden.

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